sábado, 1 de novembro de 2008

MARAVILHOSAS DIFERENÇAS



        
       Pela primeira vez, em 2008, o governo federal estabelece data fixa para o início e término do horário de verão. De acordo com o decreto nº. 6.558 do Diário Oficial da União ele começa a partir de zero hora do terceiro domingo do mês de outubro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subseqüente, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.   A 38ª edição do horário de verão inicia em 19 de outubro para tristeza de uns e alegria de outros.
          Parece que os indivíduos vespertinos teriam mais facilidade para se adaptar ao  início do horário, aqueles que preferem dormir mais tarde e atingem sua maior disposição do fim da tarde em diante.   A situação se inverte em fevereiro quando os matutinos recebem com facilidade o fim do horário porque preferem acordar e dormir cedo e se sentem mais ativos pela manhã.  Ainda existe um grupo indiferente, flexível e adaptável às mudanças.
          Bendita variedade genética, de estilos de vida, de comportamentos, temperamentos e sensibilidade.  Se não fossem todos bem diferentes não haveria esperança de felicidade.  Desvendar o mistério da própria natureza em si mesmo é um exercício para toda a vida, requer paciência e muita prática.
          Certamente as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre as pessoas, mas não tem o poder de dominá-las, se elas não permitirem.  Quem sofre deve procurar alternativas que diminuam os incômodos que duram até duas semanas no máximo, o tempo que o organismo precisa para regular o relógio interno, que é individual.
          O ser humano é o único capaz de ter consciência da vida e transformá-la pela vontade segundo seus objetivos através do conhecimento.  É essa natureza infinitamente maleável que proporciona ver o mundo de tantas perspectivas, não apenas uma.
         A pessoa interessada aproveitar a convivência com outros e “sente com”, quer dizer que a pessoa não olha para a outra do lado de fora, experimenta dentro de si o que ela sente.  Todo o conhecimento da outra pessoa só é conhecimento real se for baseado na experiência, em mim, daquilo que ela sente.  Se esse não for o caso, a pessoa continua sendo um objeto, posso saber muito a respeito dela, mas não a conheço